sexta-feira, outubro 24, 2008

“A Felisberto, todo amor que houver nessa vida”.

Victor Oliveira

Que dia! Uma caminhada vagarosa até Ô carro. Uma pick-up, cabine estendida, linda, preta, com DVD, aro cromado, banco de couro, ah! O cheiiiiiiro! Que cheiro! Uma maravilha! Dois minutos de contemplação total, até o DVD romper o silêncio, como a luz se espalha no vácuo, aliás, o som não, mas a Lês Paul, hum, me ajuda aeh! Transcende qualquer sugestão humana, a não ser do velho Page. O som rola solto e pesado, entre Stairway to Heaven e Smoke on the Water, a quarta e a quinta marcha. À velocidade da luz, avante. Que alívio, a pequena mansão, verde com os detalhes em branco e telhado vermelho, na estreita vila, onde as velhas senhoras já dormiam com suas agulhas e linhas de tricô. Uma pena!

Aberração canibal de Bolsonaro

 Não foi mentira, ele disse que ficou sabendo que estavam cozinhando um índio e ele queria vê, disseram, mas vc se for terá que comer, ele d...