Há uns 40 anos antes, havia uma pandêmia neuropsicótica, em que os médicos foram obrigados a se defrontar com uma doença silenciosa e sem vacinas ou medicações, o primeiro grande surto foi em Viena, donde Freud, Jung e outros propuseram terapias. Entretanto, haviam poucos médicos habilitados para a demanda. Vieram ondas e mais ondas, essa doença alcançava os diversos níveis socias. O que era ruim ficou bem pior durante os pavores da 1* guerra.
Hitler era apenas um psicótico. Só que ele contou suas dores em um livro, esse livro dialogou com outros psicóticos, que descobriram que haviam outros que pensavam e sentiam a mesma sanguinolência e sociopatia. Primeiro eram 5, esses 5 alcançaram outros 5, que alcançaram mais 10, até que se reuniram em torno de uns 20/25% da população que estava ali (esse mesmo surto acontecia nos EUA bem antes, perseguiam judeus e negros, a KKK foi a mais famosa, mas não era a única), muitos dos alemães psicóticos se tornaram parlamentares, usuram seus recursos para achar mais pessoas transtornadas, até que se tornaram a maior parte do parlamento, depois alcançaram a maior parte da população através da divulgação de ideias em massa (aí uma grande parte da população só seguiu o fluxo social, vulgarmente conhecido como massa de manobra ou gado).
A psicopatia já existia, única coisa que Hitler fez foi dizer, eu sou igual a você, não precisa se esconder, eu escrevi um livro pq não tenho medo de dizer o que sou, então não tenham medo, vamos nos unir e saciar nossos desejos.
O problema já estava lá, assim como cá, só precisavam se reconhecer, até que um dia alguém escreveu um livro sobre as suas lutas e ideias, mi Kampf ou Tudo que você precisa saber para não ser um idiota, são dois títulos de um problema que já existia, só que ninguém tava preocupado em ver. É por isso que devemos estudar História. Para aprender com os erros do passado e não se repetir no futuro, mas está difícil, pois a ignorância do povo favorece a manutenção do status quo da elite, elite essa que é biologicamente mais suscetível ao transtorno.