domingo, junho 21, 2009

Átila, o NULO.

Era quase um ritual, começar a matutina labuta com aquele: - "O Xente o Pá!", com o qual Seu Vasco, o único português, magro e sem bigode, dono de botequim, torcia pro Fluminense e sua especialidade era feijoada, caldos e petiscos ao invés dos seus compadres gajos que adoram vender o tradicional pão francês. Enquanto meus companheiros de turma se aglomeravam em frente ao portão do Instituto de Educação, ousava a dividir espaço com os mestres que ali se encontravam pra discutir os problemas da nação, a amada seleção brasileira de futebol e o tamanho da saia das normalistas. O autêntico boteco, ornamentado com as tradicionais cores do tricolor carioca e uma bandeira azul e branca da inesquecível Terra dos Laranjais, sempre havia uma cadeira limpa e aconchegante para apreciar algum doce do vasto talento culinário da primeira dama do fabuloso, Princesinha de Maxambomba.

Aberração canibal de Bolsonaro

 Não foi mentira, ele disse que ficou sabendo que estavam cozinhando um índio e ele queria vê, disseram, mas vc se for terá que comer, ele d...